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Como fazer o briefing para um parceiro local de eventos na América Latina

Por Tomás Aguirre · Redação SOMOS DER

A qualidade de um evento executado em outro país se decide muito antes de as portas abrirem: no briefing. Um ótimo parceiro local só consegue entregar o que entende com clareza. Quando agências internacionais se decepcionam com a execução no exterior, a causa raramente é a capacidade do parceiro; é um briefing que deixou coisas demais para interpretação.

Isto é o que incluir, escrito por quem recebe esses briefings e os transforma em eventos na Argentina e na América Latina.

Comece pela intenção, não só pelas especificações

Uma lista de entregas diz ao seu parceiro o quê. A intenção diz por quê, e é o porquê que permite tomar boas decisões quando a realidade se desvia do plano (e ela sempre se desvia).

Compartilhe:

Com a intenção clara, o parceiro resolve os problemas como você resolveria, mesmo quando você está dormindo em outro fuso horário.

Seja específico no que costuma quebrar eventos

A imprecisão custa mais caro nestes pontos:

Defina a divisão de trabalho de forma explícita

As melhores relações com um parceiro operacional não têm nenhuma ambiguidade sobre quem cuida do quê. Coloque por escrito:

Só essa seção evita a maior parte dos atritos no meio do evento.

Compartilhe suas expectativas de contingência

Pergunte (e espere uma resposta real) o que acontece quando algo dá errado: energia, conectividade, clima, um fornecedor que não aparece. Um parceiro sério tem um plano para ficar sem internet no espaço e para as falhas previsíveis. Se o briefing inclui “me conte seu plano B”, você descobre muito sobre com quem está trabalhando.

Combine o ritmo de comunicação

Entre fusos horários diferentes, a comunicação não pode ser improvisada. Combine desde o início:

O que um bom parceiro devolve

Um briefing forte merece uma resposta forte. De um parceiro local sério, espere: um orçamento detalhado (não um número misterioso), um plano claro de contingências, referências de eventos comparáveis e provas de que já operou na sua escala. Já executamos desde grandes festivais até a turnê do Manchester City para uma agência do Reino Unido e operações remotas entre países, e as melhores começaram todas com um briefing que deixava a intenção muito clara.

Vai fazer o briefing de um parceiro na Argentina ou na América Latina?

Mande o seu briefing (mesmo que seja um rascunho) e voltamos com perguntas, um orçamento detalhado e um plano. Comece a conversa ou veja como trabalhamos como o seu braço operacional local.

Perguntas frequentes

Tem dúvidas? Temos respostas.

O que não pode faltar no briefing para um parceiro local?

A intenção (objetivo, público e limites da marca), os pontos que costumam quebrar eventos (público e acesso, requisitos do espaço, roteiro e faixa de orçamento), a divisão de responsabilidades, as expectativas de contingência e o ritmo de comunicação.

Por que compartilhar a intenção e não só a lista de entregas?

A lista diz o quê; a intenção diz por quê. É o porquê que permite ao parceiro tomar boas decisões quando a realidade se afasta do plano, mesmo quando você está dormindo em outro fuso horário.

Como evitar atritos no meio do evento?

Deixando a divisão de trabalho por escrito: o que fica com você (conceito, relação com o cliente, aprovações criativas), o que fica com o parceiro (fornecedores, licenças, logística local, execução e contingências) e o que ele pode decidir sozinho e o que precisa da sua aprovação.

O que esperar de um bom parceiro depois do briefing?

Um orçamento detalhado item por item, um plano claro de contingências, referências de eventos comparáveis e provas de que já operou na sua escala.

Tem um evento? Vamos conversar.

Conte o que precisa e montamos uma proposta. Respondemos rápido.