Produzir um evento em Cochabamba não é a mesma coisa que produzi-lo em Buenos Aires, e operar o credenciamento na Guatemala acrescenta camadas que em outros mercados simplesmente não existem: fuso horário, condições do espaço, equipes locais que você nunca viu trabalhar. Mas há uma coisa que não muda de um país para o outro: o padrão de execução. A operação se adapta; a régua, não.
Na SOMOS DER operamos na Argentina, na Bolívia, na Guatemala e na Espanha. Se você está em São Paulo, em Lisboa ou em Luanda e precisa levar um evento para a América Latina, esta é a parte que interessa: o que muda quando o projeto atravessa uma fronteira e o que precisa continuar exatamente igual.
A operação remota: controlar à distância
A maior mudança dos últimos anos é que já não é preciso estar fisicamente no local para operar bem. Configuramos o sistema, contratamos e treinamos a equipe local, carregamos a base de dados e monitoramos tudo em tempo real a partir de Buenos Aires.
O caso mais forte é a FILGUA, na Guatemala, a feira do livro do país, com 90.000 visitantes em 13 dias operados 100% de forma remota. Configuramos o sistema, treinamos o pessoal guatemalteco e acompanhamos as 13 jornadas desde a Argentina, porta por porta. A distância deixou de ser um limite. O que continua sendo limite é a falta de protocolo: quem opera à distância sem um método escrito não está operando, está torcendo.
O mesmo esquema sustentou operações na Bolívia e na Espanha. Muda o país, muda o idioma da equipe, muda o horário em que alguém atende o telefone; não muda a forma como se valida uma credencial nem quem responde quando um leitor para de funcionar.
O que muda de país para país
- O espaço e a sua realidade: um estádio reconvertido em Cochabamba (La Chaqueñada), um hotel para um show intimista (Yalo Cuéllar), uma arena premium (Il Divo). Cada um exige repensar portas, setores e fluxos de entrada do zero.
- O fuso horário: operar a América Central a partir da Argentina exige coordenar horários e definir quem decide quando o telefone toca de madrugada. Resolvemos isso no Chicago Legacy, na Guatemala.
- A conectividade: nem todo recinto tem uma rede confiável. Por isso a conectividade de backup viaja com a operação, e o sistema valida offline quando a rede cai.
- Os custos e os prazos: cada mercado tem os seus preços, as suas licenças e os seus tempos de aprovação. Nenhum orçamento se copia de um país para o outro.
- A equipe local: é contratada e treinada no destino, segundo o nosso protocolo, e não segundo o costume da praça.
O que não muda: o padrão
Um protocolo único que viaja com a operação. Equipes locais treinadas com esse protocolo. Suporte central permanente por trás, com alguém olhando os números enquanto o evento acontece. Assim, um evento na Bolívia é operado com o mesmo rigor que um evento em Buenos Aires, e o cliente recebe o mesmo relatório nos dois casos.
É isso que separa um parceiro de um fornecedor. O fornecedor entrega o que consegue no lugar onde está; o parceiro entrega o mesmo resultado em qualquer lugar onde você precise dele.
Mercados novos: alianças locais
Para um mercado onde ainda não operamos, não improvisamos: nos associamos a produtoras locais validadas e mantemos o papel de project management central. Elas colocam a agenda de fornecedores e o conhecimento do terreno; nós colocamos o método, o sistema e a responsabilidade pela execução. Assim o padrão continua sendo o mesmo em cada destino.
Precisa produzir ou controlar acessos em vários países da América Latina? Somos o seu parceiro operacional regional. Vamos conversar.